Leve

junho 05, 2015

É esse sopro de entendimento
Âncora nas intermitências vitais...
Vida que voa ao labor do vento
Viajante na busca de paz

O caminho por paciência
Leve pluma que paira no ar
Descoberta na aparência
Do que se quer encontrar

Sem peso ou retrocesso
A calmaria que não acumula volume...
Nas asas do sucesso
Navega só, em seu costume.

Esconderijo momentâneo
Como borboleta quer pousar
E como ser espontâneo
Leveza transbordar

No instante da vida
Serena pelos ares
Sopro da essência partida
Encontrada em alguns lares

Adorno de paciência
Enviada por alguém
Não pede clemência
Mas é amada por quem?

É o peso do tempo
Acumulado pelo caminho
Em forma de passatempo
Ferida pelo cansaço em  meio ao espinho

Lá vai ela trafegando
Pelo clarão dos raios de sol
Perspectiva  presa de seguir amando
Como concha de caracol

Labirinto do sentido real
Natureza que acalma
Subjetivo da felicidade leal
Que acalenta e afaga a alma

Leve como pluma
Quem sabe aonde chegará
Misteriosa como bruma
Tranquila  e pra sempre..
... voar...

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