O filme

novembro 07, 2014


A fita individual do ser humano resguarda o filme de cada pessoa... Uma obra feita somente de presente e culminada de passado à espera de uma futura cena.
Cenas intocáveis e singelas que vão sucedendo e se apagando para a amenização dos fatos. Partes de filmes sem figurantes, pois todos são protagonistas de sua individualidade.
Forças privadas de junções dos caracteres do montante estado de presença. 
São proximidades longínquas há quilômetros de distancia aos centímetros de serem tocadas... É o cinema real da vida moderna.
Ações a cada explosão de idéias e risos às comédias diversas. 
Terror dos momentos das dificuldades... E vitórias dos dramas dos pequenos contratempos. São as forças que se concentram pelos paradoxos entre o coerente e o que não alarda em meio a tantas histórias. E entre erros e acertos as cenas vão se formando e a única opção é ser forte...
É a fortaleza que gira o filme de verdade e encaixa sabedoria do real enlace... Nenhum filme é visto se não for codificado... Único e verdadeiro, de tão alegre às vezes triste.  
E as cenas choram ansiosas lágrimas escondidas. 
A sós... Por serem únicas e conjuntas..
Filmes sem fim vão sendo passados e deixados em lembranças, fechos sem arremates que deixam saudades, estes vistos por protagonistas de outras histórias e rebobinados pelos anos...
Missões de verdades ocultas e mentiras espalhadas... É a vida real...
Pessoas cheias de egocentrismos e vazias de amor... Porém é notório que nem todo filme é um romance...
Vida que é gerada e finda... Espetáculos reais num mundo de fantasia criado por pessoas...
Fita não assistida, filme de verdade...
Novas eras e histórias continuadas, mas não existe passado, apenas presente.
Acabou a fita...
Não dá mais para filmar...

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