É terno

abril 10, 2014


Se já não existe confiança, é que nunca houve algo sincero. A verdade eu descobri por ser sincera com a minha amizade. Através das caixas que se enchiam de sentimentos bons.
Um dia um oi, no outro um tudo bem e em outros pequenos alertas para uma atenção que estava falha.
As coisas não se encaixam de maneira tempestuosa, mas de forma branda como a brisa que toca o rosto do meu amor.
Ele chegou sem avisar, segurou o meu braço e me disse que aquela amizade não valeria a pena continuar. Meus olhos se encherem de amargura através de gotas arrematadas de aflição.
E olhando nos meus olhos ele disse: não posso continuar com uma amizade que não cabe no meu peito, e sorriu, e eu entendi que não era apenas meu amigo quem falava, mas o amor da minha vida.
Foi aí que descobri que não há algo mais singelo que as palavras ditas em formas de ações no momento certo, foi quando mais precisava de um amigo que eu o descobri.
Não posso querer muito, mas posso lutar pelo o que almejo.
Assim levo uma ternura que não cabe em mim, é a consequência de uma amizade descoberta... É essa a sensação de benevolência.
Eu tenho um amigo, é esse amigo amor, que não deixa que o ciúme tome conta das circunstâncias, mas toma conta de mim...
Esse é meu amigo, amor.


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