Amigo invisível

junho 02, 2013


Uma brisa suave toca meu rosto...
Suspiro no ar, os beija-flores acariciam as pétalas das rosas champagne. E o perfume das flores revigoram os encantos de vida através de suas corolas.
Sinto que tudo que vi até hoje ainda não tem nome, é impossível codificar o que ainda não se conhece.
Lembro-me das tardes em que eu gritava com compaixão à procura de ajuda, mas somente o vento soprava a minha face, desolada com as vivências conturbantes das épocas passageiras.
Talvez algum pássaro voe e cante uma canção que alegre meu dia. Efeitos sonoros para demonstrar sorrisos, nos quais pretendo transformar o mundo.
Conheci algumas formas de ver esse mundo, mas excluí todas elas, pois este ainda é apenas um vitral prestes a ser apedrejado pelas mãos de pessoas más. Com certeza ainda não descobriram seu amigo secreto.
Se eu pudesse enxergá-lo! Pra falar pra essas pessoas que eu o vi. Que maldade não combina com seu sorriso de agrado que transmite segurança mesmo a gente sendo medroso e inexperiente com a vida. Mas essas pessoas não percebem quando a brisa passa por elas...
Eu digo Obrigada! Mesmo não o vendo, pois sinto que está comigo a cada instante. Mesmo deixando tanto tempo passar sem chamá-lo pelo nome.
Demorei muito para chamá-lo, mas sei onde ele está.
Gosto de olhar os passarinhos, eles também têm asas e cantam. Gosto de observar essas aves
Pois como elas, ele também  solfeja as mais belas melodias.
Não o vejo... Talvez um dia...
Sei que está aqui, e sempre esteve. Posso conversar com ele todo dia, a cada instante que silencio.
Bom dia! Boa tarde! Boa noite!
A brisa soprando as folhas ... sei que você está aí.
Ei! Psiu!
Brisa suave...
Boa noite meu anjinho!

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