Escolhas

abril 23, 2013


Escolhi algo em que eu me identifique, porém as marcas do entendimento embaçaram meus óculos mediante a neblina que acalmava a manhã.
Tive escolhas secundárias onde pude refletir por dois segundos as milícias das conformidades que me amarraram por anos, por ser uma pessoa misteriosa.
Escolhi o caminho mais complexo de todos; minhas manias de perfeição se encaixam nas formas da maneira como vejo o mundo.
Se eu olhar para os lados, é apenas para lembrar que alguma coisa me espreita... Escolhi ser diferente.
Escolhi apenas ser uma em um milhão, e entre milhões de pessoas alguém.
Minhas escolhas são meus trâmites equivocados, faixa etária da juventude ultrapassada.
Sou feliz, não pelo que já escolhi, pois passou, mas pelo que ainda posso, daqui por diante... Não quero muito, coisas demais pesam na bagagem e não tenho mala para colocar exageros, e ao menos sei onde vou parar...
Escolhi viver a realidade de forma surreal, não acompanho o ritmo da sociedade, o que não é alimento não nutre ninguém...
Minhas escolhas estão sendo traçadas conforme vou caminhando, fiz meus planos, que podem ser um pouco distorcidos, entretanto, as transformações fazem parte do ciclo da vida...
Escolhi continuar a lutar, e cair de vez em quando, estou próxima de saber um pouco mais do que ontem.
As escolhas são para caracterizar o que antes não via e os sonhos realizados do que já se foi...
Escolhi fazer o bem, mesmo vendo o contrário nos sorrisos esgotados de mentes conturbadas...
Pois escolhi a felicidade...
Não ser igual a ninguém...

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